domingo, 20 de novembro de 2016

QUEM FOI AUDREY HEPBURN

Nascida Audrey Kathleen Ruston, era a única filha de Joseph Anthony Ruston (um banqueiro britânico-irlandês) e Ella van Heemstra (uma baronesa holandesa descendente de reis ingleses e franceses). Seu pai anexou o sobrenome Hepburn, e Audrey se tornou Audrey Hepburn-Ruston. Tinha dois meio-irmãos, Alexander e Ian Quarles van Ufford, do primeiro casamento da sua mãe com um nobre holandês.[8]
Os pais de Audrey se divorciaram quando ela tinha 9 anos. Para manter a jovem afastada das brigas familiares, sua mãe enviou-a para um internato na Inglaterra, onde ela se apaixonou pela dança, aprendendo balé. Todavia, em 1939 estouraria a Segunda Guerra Mundial, e a Inglaterra declarou guerra à Alemanha. A mãe de Audrey decidiu então levá-la para viver na Holanda, país neutro que - ela imaginava - não seria invadido pelos alemães. Os protestos de Audrey não foram suficientes: a menina queria continuar na Inglaterra, mas a mãe temia que cidade de Londres fosse bombardeada. Além disso, as viagens estavam escassas, e a baronesa temia ficar muito tempo sem ver a filha.
A situação na Holanda foi bem diferente da planejada. Com a invasão nazista, a vida da família foi tomada por uma série de privações. Audrey teve muitas vezes de comer folhas de tulipa para sobreviver. Envolvida com a Resistência, muitos de seus parentes seriam mortos na sua frente. Ela participaria de espetáculos clandestinos de balé para angariar fundos e levaria mensagens secretas em suas sapatilhas. Anos mais tarde recusaria o papel de Anne Frank no cinema.
Com o fim da Guerra, Audrey e sua mãe mudaram-se para a Inglaterra, onde ingressou na prestigiada escola de balé Marie Rambert. Mas sua professora foi categórica: ela era alta demais e não tinha talento suficiente para tornar-se uma bailarina prima. Desiludida, passou a trabalhar como corista e modelo fotográfica para garantir o sustento da família.
Foi neste ponto que decidiu investir em outra área: a atuação. Sua estreia foi no documentário Dutch in Seven Lessons, seguido por uma série de pequenos filmes. Em 1952, viajou para a França para a gravação deMontercarlo Baby, e foi vista no saguão do hotel em que estava hospedada com o elenco pela escritora Collette. Naquele momento, Collette trabalhava com a montagem para a Broadway da peça Gigi, cujo papel-título ainda não tinha intérprete. Encantada com Audrey, decidiu que ela seria a sua Gigi.
As críticas para Gigi não foram de todo favoráveis, mas era opinião geral que aquela desconhecida que interpretava o papel principal era destinada ao sucesso.
Pouco tempo após o encontro com Collette, Audrey participou de uma audição para o filme A Princesa e o Plebeu. Encantado com a atriz, o diretor William Wyler escalou-a para viver a Princesa Ann, dividindo a cena com Gregory Peck, que também surpreendeu-se com o talento da companheira.
O sucesso da produção foi também o de Audrey. Hollywood amou-a imediatamente e a agraciou com o Oscar de Melhor Atriz.
Três dias após a cerimônia do Oscar, recebeu o Tony por sua atuação em Ondine.Em 1953 a peça Sabrina Fair de Samuel A. Taylor ainda estava sendo montada na Broadway quando os executivos da Paramount Pictures perceberam que sua história era perfeita para ser utilizada no novo filme da nova estrela do estúdio; a vencedora do último Oscar Audrey Hepburn.Para adaptar o filme para as telas a Paramount convidou o também premiado Billy Wilder, que já havia vencido o Oscar em 1945 por seu ótimo trabalho em Farrapo Humano e que vinha de consecutivos sucessos como Sunset Boulevard,Ace in the Hole, e Stalag 17. Em parceria com o autor da peça Samuel Taylor e com o ótimo roteirista Ernest Lehman, Wilder passou a reescrever Sabrina, o filme que fora o maior sucesso do estúdio em 1954.O filme rendeu a atriz sua segunda indicção ao Oscar.A princípio, para estrelar o romance ao lado de Hepburn, haviam sido convidados Cary Grant e William Holden, no entanto pouco antes do inicio das filmagens Grant se desligou do projeto sendo substituído pelo renomado Humphrey Bogart.Durante as filmagens ela teve um breve relacionamento com William Holden,mas terminou quando soube que ele havia feito vasectomia.
A peça Ondine fora uma sugestão de Mel Ferrer, por quem se apaixonaria durante a temporada na Broadway. Os dois foram apresentados por Gregory Peck em uma festa em 1954 e se casaram em setembro daquele ano.O filho de Audrey e Mel, Sean, nasceria em 1960. Mas as coisas não foram fáceis até aquele momento: Audrey sofreu diversos abortos. A atriz queria mais do que tudo ser mãe, e as gravidezes falhadas deixaram-na extremamente deprimida. Para animar a esposa, Mel sugeria que trabalhasse. Eles gravaram juntos Guerra e Paz, e ela estrelaria três comédias-românticas (Cinderela em ParisAmor na Tarde e A Flor que não morreu), um drama (Uma cruz a beira do abismo, que rendeu-lhe a terceira indicação ao Oscar e afastou qualquer dúvida sobre seu talento) e um faroeste (O passado não perdoa).
Após um ano e meio de licença-maternidade, voltou a Hollywood para estrelar Bonequinha de Luxo, em um papel que a transformaria em um ícone e pelo qual seria lembrada para sempre. Por viver a acompanhante de luxo Holly Golightly ela receberia sua quarta indicação ao Oscar. Pouco tempo depois filmou InfâmiaCharada e Quando Paris alucina.
Em 1963, recebeu o papel principal do musical My fair lady, o da vendedora de flores Eliza Doolittle. Entretanto, a voz de Audrey não foi utilizada durante as canções, sendo dublada. Isso deixou a atriz extremamente aborrecida e fez com que abandonasse as gravações por um dia. Audrey não foi indicada ao Oscar por esse papel - fato que até hoje é considerado uma injustiça - devido à dublagem e também pela não-escolha de Julie Andrews (que interpretara Eliza na Broadway) para o papel. Andrews ganharia o Oscar daquele ano por seu papel em Mary Poppins.
Em seguida gravaria Como roubar um milhão de dólaresUm caminho para dois e Um clarão nas trevas, este último dirigido por seu esposo em uma falha tentativa de salvar seu casamento. Audrey Hepburn e Mel Ferrer se divorciaram em dezembro de 1968.
Ela decidiu parar de atuar e se casaria novamente apenas seis semanas após o divórcio, com o psiquiatra italiano Andrea Dotti, que conheceu em um iate. Audrey deu à luz o seu segundo filho, Luca Dotti, em 1970. O casal morou por um ano em Roma, para em seguida a atriz ir viver na Suíça com os dois filhos.
Decidiria voltar a atuar em 1976, estrelando Robin e Marian. Três anos mais tarde retornaria à cena em A herdeira.
Pediu o divórcio em 1980 e o processo se formalizou em 1982. Neste período, gravou Muito riso e muito alegria, e no fim das filmagens conheceu Robert Wolders. Tornaram-se grandes amigos e viveram juntos até a morte de Audrey.
Em 1987 deu início ao seu mais importante trabalho: o de Embaixatriz da UNICEF. Audrey, tendo sido vítima da guerra, sentiu-se em débito com a organização, pois foi o "United Nations Relief and Rehabitation Administration" (que deu origem à UNICEF) que chegou com comida e suprimentos após o término da Segunda Guerra Mundial, salvando sua vida. Ela passaria o ano de 1988 viajando, viagens estas que foram facilitadas por seu domínio de línguas (Audrey falava fluentemente francês, italiano, inglês, neerlandês e espanhol).[9]
Em 1989 faria uma participação especial como um anjo em Além da eternidade. Este seria seu último filme. Audrey passaria seus últimos anos em incansáveis missões pela Unicef, visitando países, dando palestras e promovendo concertos com causas.
Em 1993 foi diagnosticada com câncer de apêndice, que espalhou-se para o cólon. Morreu às 7 horas da noite de 20 de janeiro de 1993, aos 63 anos. Encontra-se sepultada no cemitério de Tolochenaz, Vaud na Suíça.[10]
No ano de 2000 foi lançado o filme The Audrey Hepburn Story, uma homenagem a Audrey que gerou críticas da mídia e de fãs, devido à escolha de Jennifer Love Hewitt para o papel principal.

ETIQUETA - regras básicas

"Etiqueta (do francês étiquette) é o conjunto de regras cerimoniais que indicam a ordem de precedência e de usos a serem observados pela corte em eventos, públicos ou não, onde estiverem presentes chefes de estado e/ou alta autoridades tais, como solenidades e datas oficiais; por extensão, são ainda as normas a serem observadas entre particulares, no trato entre si." Fonte: Wikipédia.

A importância da etiqueta se faz em todos os momentos da vida, mas no mercado de trabalho formal destaca-se, pois não basta ter conhecimento técnico, sem ter facilidade de relacionamento e saber seguir normas de boas condutas.

Vamos a algumas regras de etiqueta básica:

Quem chega é quem tem a obrigação de cumprimentar as pessoas presentes;

Quem nunca teve um colega cuja voz ecoava em todo o ambiente? Hoje em dia, são raras as salas individuais e por isso o equilíbrio no tom de voz é importante para não incomodar as pessoas. O som se propaga com mais facilidade em ambientes aberto. Mas, lembre-se de que a regra é o equilíbrio. Falar baixo demais também não é uma boa pedida. 

Ao cumprimentar jamais mantenha as mãos nos bolsos;

A opção de apertar-se a mão, ou ofertar um beijo, será feito de acordo à circunstância e o grau de intimidade que se mantém com a pessoa que está sendo cumprimentada;

O aperto de mão deve ser feito com firmeza, olhando a pessoa nos olhos. É um gesto caloroso e franco. Deve-se evitar um aperto com a mão flácida ou apertar com força demasiada a mão de outra pessoa;

O sorriso deve sempre acompanhar um cumprimento.

O horário do almoço é o momento propício para dar telefonemas pessoais, marcar consultas médicas e conversar com os colegas sobre amenidades. Assuntos relacionados ao trabalho não devem ser tratados durante o almoço.

Ainda em relação ao horário de almoço e descanso: Não ligue para ninguém, seja seu dentista, advogado ou arquiteto, no horário de almoço ou de descanso, ou seja, fora do horário comercial. Ligações nestes horários apenas para amigos e parentes.



terça-feira, 15 de novembro de 2016

A VITIMA DE ESTUPRO COLETIVO QUE COMETEU SUICIDIO

Uma indiana de 40 anos cometeu suicídio em janeiro deste ano, logo após um vídeo do estupro coletivo do qual foi vítima ter sido compartilhado pelo WhatsApp. A jornalista da BBC Divya Arya foi ao Estado de Uttar Pradesh, no norte do país, para conhecer a sua história.
Geeta* era uma mulher valente. Atuava como profissional de saúde pública na zona rural da região onde vivia - um trabalho que exigia caminhar sozinha pelos vilarejos, algumas vezes após o anoitecer, e visitar as casas de estranhos.
Sua renda sustentava toda a família, incluindo o marido, que sofre de alcoolismo. Eles moravam em uma casa de tijolos que não tinha porta ou banheiro, mas Geeta orgulhava-se de ter conseguido dar educação aos três filhos adolescentes - uma menina e dois meninos.
No final de 2015, um morador de uma vila próxima a viu trabalhando no parto da mulher do irmão dele. E começou a persegui-la.
As ameaças tiveram início quando Geeta se recusou a conversar com ele. Khushboo*, amiga e colega dela, conta que o homem a parou na rua, tomou seu celular e disse: "Se eu encontrar você sozinha, não vou te deixar ir."
Geeta certamente já tinha ouvido os relatos sobre abusos sexuais cometidos nos vilarejos onde ela trabalhava.
Dezoito meses antes, o Estado de Uttar Pradesh virou manchete quando duas garotas foram estupradas e mortas em Badaun.
Ela provavelmente também sabia que, pela cultura patriarcal da região, poderia ser considerada culpada por "convidar" as investidas sexuais de homens - mesmo que fossem não desejadas, intimidativas e violentas.

Sem ter a quem recorrer

Na última vez em que foi chamada para trabalhar no vilarejo do homem que a perseguia, Geeta disse a Khushboo estar com medo de ir sozinha. A amiga se ofereceu para fazer a visita com ela - e ficou preocupada ao vê-lo rondando a área.
Khushboo pediu então que Geeta fosse até os anciões da vila e revelasse a eles o problema. Mas, convencida de que qualquer pedido poderia se voltar contra si, ela se recusou. "Só vão encontrar culpa em mim", disse na época.
Dias depois, quando as duas voltaram à vila para vacinar crianças contra a pólio, Geeta contou que algo terrível havia acontecido.
O homem e três amigos tinham lhe seguido - eles a seguraram, rasgaram suas roupas e a estupraram.
Leia a matéria completa no link abaixo.
Fonte: http://www.bbc.com/portuguese/internacional-37948469


Ilustração de Geeta

Image caption

sábado, 18 de junho de 2016

ETIQUETA PROFISSIONAL

    O USO DO CELULAR
     

    O telefone celular já criou muita polêmica no terreno do comportamento. Ele veio mesmo para ficar e o melhor que se pode fazer é nos acostumarmos com a sua presença. Da mesma forma que o telefone comum, o uso do celular requer alguns cuidados quando à frente das pessoas e não deve ser utilizado de maneira indiscriminada.Deve-se ficar atento aos momentos imprescindíveis em que se deva deixa-lo ligado. No geral, evite incomodar. Isso se aplica em qualquer lugar que exija silêncio ou concentração, como em cinemas, salas de aula, bibliotecas, igrejas, templos, etc. Incomoda também em ambientes sociais como restaurantes, bares, festas e, finalmente, em situações íntimas. Interromper uma conversa com amigos em um café para fazer uma ligação. (Receber já não é tão grave. Peça licença atenda, explique que você está ocupado e desligue imediatamente). Na dúvida, a solução é desligar o celular quando possível e reduzir o seu uso. Use somente para telefonemas breves e urgentes e dê o seu número apenas para as pe 
    ssoas de seu círculo mais próximo. Quando a campainha soar e você estiverem em um lugar público ou com muita gente ao redor, procure um canto mais tranqüilo para atender e conversar com calma. 

    Pode 
    Em Cafés, no carro parado, em salas de espera e filas de banco e aeroporto. Em casa de amigos, pedindo licença. Em casa ou no escritório 

    Não pode 
    Em restaurantes (à mesa). No cabeleireiro (em voz alta). No teatro, cinema, concertos. Em festas, recepções, reuniões íntimas ou de trabalho. Na piscina ou praia. 

    Telefones
    • * Nos países com tecnologia avançada, o telefone ocupado tornou-se um claro sintoma de falta de educação, não importa se você esta em casa ou no escritório.
    • * Telefonemas interestaduais e interurbanos, ainda que sejam a cobrar, devem, por princípio, ser rápido, abordando diretamente o motivo da ligação.
    • * Interessante é a codificação de chamadas e recados, por exemplo, dar notícias à família: deixe tocar três vezes e desligue é porque sou eu e está tudo bem. E assim por diante. Também deve ser usada quando se estiver como hóspede na casa dos outros.
    • * Outro cuidado é respeitar os horários alheios, principalmente os do almoço e do jantar, estes horários normalmente são dedicados ao convívio familiar.
    • * Não atenda ao telefone quando estiver à mesa, sob nenhuma hipótese. A não ser em caso de doença grave ou acidente, nada justifica a indelicadeza com quem está participando de sua refeição.
    • * Não se costuma ligar para ninguém antes da nove horas da manhã e depois das dez. .
    • * Quanto ao uso das secretárias eletrônicas deixe sempre claro nas mensagens o número e nome para que não haja mal-entendidos. Do ponto de vista de quem liga, uma mensagem clara e detalhada auxilia muito e pode até determinar como a pessoa deverá agir em seguida (ligar para o escritório, ir ao seu encontro, desistir de deixar recado, pois a pessoa está viajando, etc.).

    Para uma mensagem gravada ser eficaz siga algumas regras:
    • * Procure não deixar mensagens excêntricas.
    • * Grave a mensagem em uma única língua.
    • * Mensagens bilíngües só quando forem indispensáveis, como para quem tenha parentes no exterior ou trabalhe com empresas em outro país.
    • * Se você costuma receber ligações relacionadas ao trabalho, a melhor opção é uma mensagem séria e objetiva.
    • * Deixar recados gravados merece atenção e alguns cuidados.
    • * Assim sempre que possível, lembre-se de alguns detalhes:

    O dono da secretária não tem obrigação de conhecer a sua voz. Nem todos os aparelhos informam o dia e a hora da ligação. Seja preciso e diga quando ligou. Não cometa indiscrições em seu recado.Evite deixar recados longuíssimos. Vá direto ao assunto e deixe os detalhes para narrar pessoalmente. 

    Fonte:http://comunicacoes.dobr.com.br/etiqueta-nas-comunicacoes.html

domingo, 22 de maio de 2016

APERFEIÇOAMENTO PESSOAL E PROFISSIONAL

   Na sociedade atual estamos com uma corrida quase que ensandecida pela beleza, pela perfeição estética, o que leva a um engrandecimento raso, superficial.
  No mercado de trabalho  valoriza-se mais o aprimoramento intelectual, a inteligência emocional, o conhecimento técnico e a capacidade de lidar com as pessoas. Para tanto é preciso estudar, complementar seu conhecimento com cursos e principalmente aprimorar o comportamento pessoal com um conjunto de atitudes que valorizam seu "eu" interior  e assim firmar a autoestima, o autocontrole, levando a vida de forma positiva.
   Para aprender e crescer faça cursos, participe de palestras, visite feiras, leia e não deixe de se aperfeiçoar em nenhum momento.

   Mas para se ter sucesso profissional, o que é preciso?
   Veja algumas dicas:
  • Cuide da sua imagem. Apresente-se bem, pois a boa impressão causada em uma conversa de trabalho pode ser toda a diferença entre o fechamento de negócio ou não;
  • Saiba que para cada ocasião é preciso um traje adequado. O dia a dia pede uma roupa confortável e discreta. E que esteja de acordo com seu ramo de trabalho, pois fica no mínimo estranho uma pessoa que trabalha em loja de roupas esportivas usar terno e gravata;
  • Saiba a hora correta de se apresentar e expôr suas ideias ou produtos. Não deixe o cliente com dúvidas, mas também não sobrecarregue com informações técnicas que por vezes não é o que procura. Às vezes é melhor deixá-lo perguntar;
  • Seja discreto em reuniões de trabalho, pergunte ou argumente quando for "sua hora" e tenha certeza do que está falando;
  • Em uma reunião de negócios ou até mesmo em uma reunião de condomínio que vá colocar sua opinião, não desrespeite os demais. Ninguém gosta de ser humilhado ou desrespeitado. Isso não cai bem para sua imagem pessoal;
  • Quando ocupar um cargo de chefia, lembre-se que o cuidado com o tratamento dos demais é importantíssimo. Mostra realmente a pessoa que você é. Um chefe é cordial, elegante e educado com os demais;
  • Procure melhorar seu vocabulário enriquecendo-o com expressões socialmente cativantes. Saiba o significado de palavras do seu meio. Seja uma pessoa no mínimo culta;
  • Aprenda a ouvir e pense ao responder. Caso não saiba a resposta, procure-a para uma próxima oportunidade. Mas seja sincero;
  • Aceite as pessoas como elas são, extraia delas o que tem de melhor. Nem mesmo você é perfeito;
  • Cative as virtudes das pessoas que rodeiam você, que trabalham com você. Elogie, diga palavras de engrandecimento;
  • É importante que um profissional esteja preparado para atender aos desejos de seu cliente e isto só é possível quando damos a devida atenção ao que fazemos. Tendo conhecimento técnico e tato para extrair do cliente o que realmente precisa;
  • Seja pontual com seus compromissos e caso vá se atrasar avise. Não deixe ninguém esperando;
  • Seja leal com você mesmo, com seus colegas de trabalho e principalmente com a empresa que trabalha. Não pense que seu comportamento não será analisado pelo mercado de trabalho. Ser leal é uma obrigação;
  • Seja comprometido com seu trabalho e também com seu cliente, sempre.

Muito sucesso na sua vida profissional.

sexta-feira, 20 de maio de 2016

AROMAS

Entrar em um ambiente perfumado é extremamente agradável aos sentidos, pois nos leva em questão de segundos a diversas sensações e lembranças das mais remotas. O uso de essências em casa ou no escritório é capaz de equilibrar as funções do corpo, auxiliando na oxigenação do corpo e circulação sanguínea, promovendo a eliminação de toxinas e o excesso de gás carbônico. Existem aromas diversos que tem função de estimulante mental, físico ou emocional, eliminando assim o estresse e ativando as atividades mentais, normalmente afetadas pelo cansaço.
Mas para usar os aromas é preciso estar atento também a qualidade dos produtos e na quantidade aplicada no ambiente, para que não cause alergias e irritação.
Para se manter alerta o óleo essencial de pimenta é o mais indicado, sendo que o de eucalipto ajuda a vascularizar e aumentar a circulação. Se precisar de uma noite tranqüila de sono, opte por lavanda ou manjerona.
Então vamos dividir as sugestões de essências para alguns ambientes:
·                     Quartos: Pode ser usado o Gerânio (calmante e sedativo); Sândalo (afrodisíaco); Cedro (relaxante e sedativo);
·                     Banheiros: Pode ser usado o Hortelã (estimulante e revigorante); Pitanga (calmante infantil); Maracujá (calmante);
·                     Sala: a sala normalmente pede que o aroma se espalhe por todo ambiente e por um tempo maior então pode-se optar pelos difusores em vareta e não incensos, que duram apenas enquanto queimam. Então na sala pode ser usada a essência de tangerina (relaxante); lima (energizante e revitalizante);
·                     Cozinha: Na cozinha evite aromas muito fortes, por ser um espaço que já tem seus próprios aromas. São indicados: Alecrim (energizante); Manjericão (sedativo); Laranja (calmante);
            As velas foram as precursoras deste hábito de aromatizar a casa, na década de 50, quando o fumo era algo comum e aceito em qualquer lugar. Mas para amenizar o cheiro que ficava nas roupas, cortinas e sofás, usavam-se velas. E ao longo do tempo foram surgindo novas formas e hábitos no quesito aromatização, sendo os difusores os mais comuns atualmente.
            A nossa casa por natureza já está repleta de aromas que nos levam a lembranças da infância ou de momentos especiais. Quem não se lembra do cheirinho do pão saindo do forno? Ou da comida da vovó feita no fogão à lenha? E o cheirinho de um quarto de bebê? Todos os cheiros ou aromas que estão no nosso subconsciente trazem também as imagens a nossa mente, afinal nosso corpo aciona vários sentidos quando algo é estimulado. A aromatização pode ser feita por saches, velas, aromatizadores ou incensos, lembrando que devem ser de boa qualidade e usados com moderação.


domingo, 15 de maio de 2016

DEVEMOS DAR IMPORTÂNCIA A QUEM NOS ACRESCENTA

Chegou um momento em minha vida em que comecei a praticar “economia de pessoas”.Incluo no meu dia a dia todo aquele que dá riqueza aos meus dias, que valoriza meus sonhos e ganhos no meu coração.
devemos dar importância2
“Devemos dar importância a quem nos acrescenta”. É possível que essa expressão soe um pouco drástica para você. Para isso, e em primeiro lugar, deveríamos definir o que significa o conceito de contribuição pessoal.
Contribuem para o nosso crescimento todos aqueles que são sinceros em seus atos, vozes e vontades. As relações humanas, longe de serem um intercâmbio na base de “você me dá eu lhe dou”, é uma coisa que vai além de todo bem material.
Estamos falando de emoções, e em especial de emoções positivas que favoreçam nosso crescimento pessoal com esse intercâmbio de experiências e pequenos momentos que elevam universos inteiros.
Vivemos em uma sociedade complexa carregada muitas vezes de interesses pessoais e individualidades. O dia a dia está regido frequentemente pela competitividade, e mesmo pela ânsia de posse.
Há quem anseie controlar o seu companheiro por medo de perdê-lo, pais que superprotegem seus filhos, amigos que dominam amigos por medo da solidão, por temor de perder um apoio incondicional e cotidiano.
Em muitas das nossas relações interpessoais pesa um sentimento de egoísmo do qual somos conscientes e que entretanto, suportarmos.
O que podemos fazer frente a essas situações? Qual é a forma mais efetiva de agir?
Aprender a construir relações positivas
Temos clareza de que não se trata somente de nos afastarmos de todos aqueles “que não nos acrescentam nada”. A vida real não é como nas redes sociais, onde existe a opção de “eliminar amigos”.
É bem possível que algum familiar seu, longe de enriquecer sua vida, a preencha de mal-estar. Ou que você tenha um colega de trabalho meio negativo, derrotista e crítico. Não podemos apagá-los do nosso dia a dia.
Trata-se, simplesmente, de não lhes dar a importância que merecem. Evitar que eles afetem seus atos ou suas palavras, sempre e quando não cruzarem o limite de sua integridade emocional ou psíquica.
Agora veja, frente a esse tipo de personalidades onde toxicidade não sai da zona crítica,o melhor é não dar poder a eles: nem na sua vida, nem em seus pensamentos. Marque limites. Porque ao permitir que o afetem, você acumulará um estresse físico e emocional muito perigoso.
Apesar de que em muitas ocasiões não é possível controlar quem entra e quem sai das nossas vidas, temos a capacidade e a responsabilidade de decidir quem se mantém no nosso coração.
A chave desta permissividade, desta forma de conseguir que se importar com quem nos acrescenta, é construir relações positivas.
Para ler mais:
https://osegredo.com.br/2016/02/devemos-dar-importancia-a-quem-nos-acrescenta/